Posted on 27-06-2010
Filed Under (Acontece, Catalão, Goiás, Segurança, Vera L. Silva) by Vera L.

Larissa foi encontrada e está bem. Obrigada, pessoal.    

 

 

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Dilma assume a dianteira nas pesquisas

Candidata do PT à Presidência da República, a economista de esquerda Dilma Rousseff superou pela primeira vez o colega da direita, o tucano José Serra, na corrida ao Planalto.

Distante mais de três meses das eleições, a petista mantém uma curva ascendente que a coloca, neste momento, com 45% dos votos contra 38% de Serra, em um cada vez mais improvável segundo turno.

Analistas estatísticos mostram que a trajetória da candidata indicada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, aponta para a vitória ainda no primeiro turno. A pesquisa Ibope foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada na tarde desta quarta-feira.

Segundo o estudo, Dilma já lidera também no primeiro turno com 40% das intenções de voto, enquanto Serra aparece com 35% e Marina com 9%.

Ainda segundo a pesquisa, Dilma venceria Marina em um eventual segundo turno com 53% das intenções contra 19% e Serra teria 49% em uma disputa com Marina (22%). A margem de erro do estudo é de dois pontos percentuais, para cima ou para baixo. De acordo com a pesquisa, houve uma queda de 12% para 6% no número de eleitores votariam nulo ou em branco, enquanto o número dos que não responderam ou não souberam responder subiu de 8% para 10%. Na última edição da pesquisa CNI/Ibope, em março, Serra liderava com 38% das intenções de voto, contra 33% da petista. Marina tinha 8%.

As aparições de Serra nos meios de comunicação, nos últimos dias, apesar de massiva, com participação majoritária no programa do seu partido, no dia 17, e nos programas nacionais do DEM, em 27 de maio e do PPS, em 10 de junho, além das propagandas veiculadas nos intervalos comerciais das emissoras, as chamadas “inserções partidárias”, não ajudaram o candidato a subir nas pesquisas. Dilma, por sua vez, embora tenha aparecido na TV, em inserções regionais do PT, deixou o país para um giro pela Europa, onde encontrou os principais líderes políticos do continente, embora a cobertura na imprensa nacional tenha sido mais comedida.

A diferença, porém, se acentua ainda mais nas entrevistas espontânea, quando não é apresentada lista de candidatos aos entrevistados.

Nessa modalidade, os votos declarados para Dilma chegam a 22% e a Lula (9%), que não é candidato, o que soma 31%, ou praticamente o dobro do que é declarado a Serra, (16%).

Marina concentra apenas 3%. Os dados da pesquisa são ainda mais favoráveis a Dilma quanto ao ítem rejeição, que só faz cair desde que o público vai tomando ciência de que ela é candidata e tem o apoio do presidente. Até agora, passou de 27% para 23%, enquanto a de Serra se amplia, saindo de 25% para 30%. A de Marina, no entanto, segue estável, entre 31% e 29%.

O Ibope informou ainda que foram entrevistadas 2.002 pessoas entre 19 e 21 deste mês, em 140 municípios. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 16.292/2010.
Aqui

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Presidente do PSDB em Goiás explica porque na convenção tucana não terá faixas da candidatura de Jose Serra.
 Aqui em Goiás circula a informação de que no lançamento da candidatura de Marconi Perillo ao governo do estado não haverá nenhum tipo de propaganda alusiva a candidatura de Jose Serra a presidência.

O presidente do partido em Goiás, Leonardo Vilela, confirma a informação mas descarta qualquer mal estar com a candidatura do partido a presidência.

O deputado justifica afirmando que em respeito aos demais partidos que vão fazer parte de aliança tucana ao governo do estado, e tem candidatos a presidência.

“Na convenção nacional, em Salvador, estavamos lá para lançar Serra candidato a presidente da república. No dia 30 de junho nós vamos lançar Marconi Perillo candidato a governador, é natural que “todas as atenções” sejam voltadas para Marconi” afirma Leonardo VIlela colocando uma das razões de porque na convenção tucana em Goiás, não terá faixas alusivas a candidatura de Jose Serra.

 

Marcley Matos

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Posted on 23-06-2010

 
 Pesquisa  realizada  entre os dias  3  10 de  junho pelo instituto  Grupom com 1.202 enterevistados e margem de 2,8% de erro afirmaram se as eleições  fossem naquele  período, Marconi Perillo teria  45,1% das intenções de voto, seguido por Iris com 37,7% e Vanderlan Cardoso (PR), com 7,1%.  A seguir  Enio Tatico (PRP) com 1,7% e Washington Fraga (Psol) com 0,2%. O índice de indecisos  foi de 6,4% e os eleitores que pretendiam  votar nulo ou branco somaram  1,7% das intenções de voto.
No levantamento espontâneo, 5% dos eleitores apontam o nome de Marconi com 23,5% das intenções de voto, Iris com  20,7% e  Vanderla  com 5%. Tatico apareceu com 1% e Washington possui 0,2%.
O índice de indecisos foi  de 47,9%. Já o índice de rejeição apontou   13% para Marconi, 15,8% para Iris,  14,1% para. Os mais rejeitados são Tatico (25,4%) e Washington (23%). AQUI

- No dia 19,  é realizada uma pesquisa do Ecope  em  Anápolis entre os dias 10 e 13 de Junho,  com 500 pessoas entrevistadas, onde Marconi Perillo lidera com 71% contra 26,5% de Iris Rezende, 1,7% de Vanderlan Cardoso (PR) e  0,8% de  Washington Fraga (PSol).
Anápolis é o terceiro maior colégio eleitoral do Estado. O l prefeito  Antônio Gomide é do  PT,  é aliado a Iris e tem uma administração bem avaliada.
Em Anápolis, segundo  a pesquisa, José Serra tem 50% das intenções de votos válidos e  Dilma Roussef tem 36,1%. A senadora Marina Silva (PV) tem  13,9%. AQUI

No dia 19 de  junho, comentário no site  diz que “pesquisa realizada entre os dias 10 e 13 de junho em Anápolis resulta em  71% de votos para Marconi Perillo e 26% para Iris  Rezende, enquanto  José Serra teria 50% dos votos e  Dilma Roussef 36,1% – e cita a fonte: Jornal Diário da Manhã, 19 de Junho 2010, Página: 14.
E  diz:”Pesquisa no Entorno de Brasília dá Marconi Perilo PSDB com 70% de intenção de voto” . AQUI 

 Outro site,  que faz questão de  informar que a pesquisa foi realizada por “pesquisadores Profissionais” (!?)!  divulga que a”maior pesquisa feita em Goiás”, com   6.470 entrevistas sondados pelo Instituto Ecopemostra  Marconi Perillo com  54,1% das intenções de votos válidos contra 39,7% do peemedebista (Iris Rezende). “Os números estimulados mostram que Marconi poderia ganhar a eleição no primeiro turno em 3 de outubro”. Vanderlan tem então 4%, Enio Tatico  1,7%,  e  Washington Fraga 0,5%.
“O levantamento mostra crescimento de Marconi em relação a última pesquisa Ecope/DM, publicada em 27 de abril passado. Naquela oportunidade o tucano também venceria em primeiro turno, mas tinha 54% das intenções de votos válidos. Já Iris registrou queda no mesmo período, de 42% para 37,7%. Vanderlan tinha 3,4% e consegiu leve subida. Fraga estava com 0,6%. Enio Tatico não foi citado pelo levantamento de abril.
Essa  pesquisa de junho foi realizada em 50 municípios goianos  entre os dias 2 e 18 e a margem de erro é de 2,7%  pontos percentuais.  O índice de rejeiçõ foi de 4,2%  e de indecisos,  13% .  AQUI


Você: Faça sua  própria análise.  

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O Brasil comemorou  o aniversário de 40 anos da conquista do tricampeonato mundial de 1970. Um feito memorável para a história do futebol mundial, que coroou uma geração de grandes talentos, que tinha Pelé como principal jogador. Os campeões no México ainda se lembram dos principais fatos que marcaram a arrasadora campanha.

Apesar da grande quantidade de craques no elenco, o Brasil chegou ao Mundial sob desconfiança. Carregava o fracasso na Copa de 1966 e sofria com a turbulência da troca de comando. Zagallo assumiu antes do torneio no México, substituindo João Saldanha.

Zagallo, no entanto, foi feliz ao encaixar Rivellino no time e o Brasil apresentou uma formação praticamente perfeita. Ganhou na primeira fase da Checoslováquia (4 a 1), da Inglaterra (1 a 0) e da Romênia (3 a 2), em grupo muito forte. “O jogo contra os ingleses foi o mais difícil. Ganhamos no sofrimento com um gol do Jairzinho”, lembrou Zagallo.

Nas quartas de final, o Brasil passou pelo Peru, dirigido por Didi, por 4 a 2. O rival das semifinais foi o Uruguai, e a vitória foi por 3 a 1. No dia 21 de junho de 1970, a grande decisão contra a Itália no estádio Azteca. Show brasileiro com vitória por 4 a 1. A conquista do tricampeonato deu a posse da taça Jules Rimet em definitivo ao Brasil.

A participação de Jairzinho também foi decisiva para o Brasil. Ele marcou gol em todos os jogos. “Foi um título muito gratificante”, contou o “Furação da Copa”. “Escrevi meu nome entre os maiores do mundo. Aquele foi o ano da minha coroação, e sou grato pelo reconhecimento”, completou o atacante.

Pelé é outro que não se cansa de lembrar da conquista de 1970. “Todos diziam que Pelé, Rivellino, Gerson e Tostão não poderiam jogar juntos. Mas encaixamos bem e a seleção foi considerada a melhor de todos os tempos. Hoje na Copa da África do Sul não vemos os mesmos talentos que passaram pelo México”, afirmou o “Rei do Futebol”.

Capitão da seleção na época, Carlos Alberto Torres destacou a preparação física como decisiva para a conquista do título. “A seleção brasileira inovou. Sabíamos que precisávamos nos preparar bem. Foi a primeira Copa em que o Brasil se preocupou com a parte física [Parreira era o preparador]. O futebol de porrada de 1966 ainda estava na nossa cabeça, e nós sabíamos que precisávamos de algo diferente.”

E de fato o Brasil apresentou um futebol mágico. Aliado à boa forma física, os brasileiros atropelaram a Itália na decisão, com gols de Pelé, Gérson, Jairzinho e Torres. “O que mais me marcou naquela Copa foi a mudança tática. Eu coloquei quatro jogadores dentro de campo que poderiam ser o camisa 10. A seleção jogou num bloco, atacávamos com sete. Era um grande time”, analisou Zagallo.

De todas as peças, o goleiro Félix disse ter vivido um conto de fadas. Muito criticado, ele superou as desconfianças. “Esse título marcou a minha vida”, contou. “Sempre fui o mais criticado da seleção. Mas consegui me consagrar como um dos melhores do mundo. É uma satisfação muito grande ver que o Brasil continua a ter grandes goleiros atualmente, como o Julio Cesar”.

OS CAMPEÕES DE 1970

Goleiros: Félix, Ado e Leão.
Zagueiros: Brito, Piazza, Baldocchi, e Fontana.
Laterais: Carlos Alberto Torres, Marco Antônio, Everaldo e Zé Maria.
Volantes: Clodoaldo e Joel.
Meias: Gérson, Rivellino e Paulo César Caju.
Atacantes: Jairzinho, Tostão, Pelé, Roberto, Edu e Dadá Maravilha.
Técnico: Zagallo.

 

André Rigue Aqui

  

A escolha de Dunga como técnico da seleção brasileira foi feita rapidamente, quando ainda estava fresca a vergonhosa derrota para a França, quando um Zidane prestes a despedir-se do futebol, deu um lindo baile no time brasileiro. Neste, Parreira quis surfar no sucesso da copa anterior e manteve um time envelhecido – de que os superados Cafu e Roberto Carlos eram as expressões mais claras, laterais já sem capacidade de apoio e de volta para marcar.

O segredo estava no quarteto Ronaldo, Ronaldinho, Adriano e Kaká. Bastaria que dois jogassem bem, para que estivesse, garantidas nossas vitórias.

O time naufragou desde o começo, nunca jogou bem, se esperava sempre que finalmente o time realizasse o futebol que potencialmente possuíam, o que nunca aconteceu. A barriga de Ronaldo – que não se deu ao trabalho de emagrecer nem umas gramas -, a falta de vontade de jogar de Ronaldinho, foram os símbolos daquele fracasso.

Nem bem terminou o jogo – em que Roberto Carlos foi crucificado, com razão, ao estar arrumando as meias, deixando Henri livre para marcar, num resultado magro pelo domínio total dos franceses -, a CBF quis apagar os ecos do fiasco e nomeou Dunga encima do balanço consensual – e fácil – da imprensa: tinha faltado raça. Foram buscar quem tinha significado a raça em estado puro, nas seleções anteriores, mesmo se nunca tivesse sido técnico: Dunga.

Uma nomeação assentada em uma ilusão, que segue sendo repetida: o Brasil tem o melhor futebol do mundo, revela craques como ninguém, a todo momento. O quarteto não teve disposição de jogar – Kaka apenas se esforçou, Robinho entrava no final, -, o diagnóstico quase foi de que fomos derrotados por excesso de craques. Zidane passeou pelo Brasil, dando chapéus a torto e a direito, diante de um time incapaz de qualquer genialidade. Mas a dose de raça viria em dose dupla e isso bastaria para voltássemos a ter o melhor time do mundo.

Dunga assumiu como se esperava, com o discurso da linha dura do “orgulho” que todo jogador deveria ter de estar na seleção – no estilo da “pátria de chuteiras”, da disciplina e da entrega à seleção. Sabia-se se Ronaldo estaria fora – pela falta de disposição para colocar-se em forma – e Ronaldinho estaria a perigo, pela fama de “baladeiro”. Adriano teria sua chance, assim como Robinho, enquanto Kaká seria o modelo de comportamento do jogado da Era Dunga – agora como técnico.

Mas Dunga impôs a disciplina também em outro plano. Na seleção de Parreira, a Globo deitava e rolava. Chegou a montar um estúdio inteiro na concentração, em pleno Campeonato Mundial e transmitia, a seu bel prazer, todo o cotidiano dos jogadores, desde que se levantavam até que dormissem. Era uma festa para a Globo.

No mesmo sentido do espírito que buscou impor, Dunga deixou a imprensa fora das concentrações, liberou apenas as entrevistas protocolares e, conforme os resultados não chegavam – o Brasil chegou a estar mal no começo das eliminatórias – e Dunga era muito criticado, este reagia com dureza contra a imprensa, no estilo rude da sua personalidade tosca.

Aos poucos a seleção foi se acertando, as vitórias vieram e isso consolidou em Dunga a certeza de seu comportamento era o correto. As arbitrariedades táticas – o jogo monótono, sem criatividade – e de convocação – privilegiando os brucutus no meio de campo, sem dar chance a jogadores eminentemente técnicos, como Alex, Ganso, Neimar, Hernanes, foram sendo referendadas, conforme o Brasil assumiu o primeiro lugar nas eliminatórias, ganhou a Copa das Confederações, ganhando da Argentina e, em amistosos também, de outros times ranqueados na Fifa – como a Itália e Portugal.

O principal problema que o Brasil arrastou até o começo da Copa foi a falta de forma física e técnica de dois dos seus jogadores mais importantes – Kaká e Luis Fabiano que, contundidos nos seus clubes, tinham jogado pouco nos meses anteriores ao inicio da Copa e chegaram à convocação ainda se recuperando. Mas havia outro problema: o Brasil não é mais o celeiro de craques cantado em prosa e verso no passado. Os jogadorres do Santos são ainda grandes promessas, assim como Hernanes, enquanto a Argentina revelou e consolidou uma geração de craques superior à nossa, incluído um fora de série – Messi – que nós já não temos desde o declínio de Ronaldinho. (Messi já era o melhor do mundo há vários anos, quando Kaká e Cristiano Ronaldo ganharam esse prêmio sem merecê-lo.)

Mas o conflito que domina o clima da seleção, até aqui , é outro. As empresas jornalísticas nos saturam de Copa do Mundo vários meses antes, mandam equipes descomunais de jornalistas, se valem de patrocínios milionários e precisam encher seus horários com matérias que deveriam varias de um jogador escovando os dentes até dormindo de pijama. Mas Dunga deixou, como é correto fazer, a imprensa do lado de fora da concentração, para não perturbar o trabalho – inclujindo os agentes, que em outras seleções atuavam ali dentro, assesiando os jogadores. Isso causou mal estas emissoras e serviu como tema de intermináveis e modorrentas mesas redondas, entre comentários táticos sobre a Nova Zelândia e a Sérvia.

Principalmente da TV Globo, acostumada a todos os privilégios, que se sente ultrajada ao ser tratada como as outras, sem o acesso privilegiado aos jogadores e à concentração da seleção.

Independente de que o Brasil seja campeão ou não, se siga melhorando seu futebol ou estacione no nível atual, Dunga tem razão, mais além das truculências verbais, que revelam uma personalidade frágil, sem auto controle, pela qual se deve temer em situações de maior tensão (imaginem se, em jogo eliminatório, o Brasil começa perdendo, que topo de segurança um técnico assim vai passar no vestiário, no intervalo, só para imaginar uma situação perfeitamente possível, em que os jogadores tem que ter no banco alguém seguro, controlado, o que certamente Dunga não é.)

Quando o time joga mal, se descarrega nele uma carga desproporcional de críticas (“Treino secreto para isso?”, berrava o caderno da Copa do Globo depois da magra vitória contra a Coréia do Norte, numa vingacinha barata.) Ou, mesmo quando se ganha e se joga bem, se carrega nas tintas ao Dunga não se dar conta que Kaká estava descontrolado e prestes a ser expulso no jogo contra a Costa do Marfim, não interessa se justamente ou não, porque sua visível irritação o deixava na zona de risco de aceitar provocações.

A Globo, como sempre, com sua prepotência, granjeia a antipatia de todos (de que a campanha global contra o Galvão é uma expressão criativa, depois daqueles palavrões com que o Maracanã já o havia brindado: “Tomá no c. Galvão, tomá no c. Galvão”, impossíveis de não serem ouvidos por todos.

Tomara que o Brasil siga melhorando e ganhe a Copa. Pela alegria que trará par ao povo brasileiro. Mas que não se consagre o estilo grosseiro do Dunga. Mas se o Brasil perder, a Globo vai estraçalhá-lo, com um ódio similar ao que tem ao governo Lula – ambos expressões distintas dos limites impostos à Globo, que impotente tem que assistir sucessos que a contrarivam.

Emir Sader  em Carta Maior

 Na Internet, Dunga ganha apoio contra a Globo

Jornalistas relatam que briga entre Dunga e Rede Globo deveu-se ao fato do treinador da seleção brasileira vetar o privilégio da concessão de entrevistas exclusivas de jogadores para a Globo. Entrevistas teriam sido negociadas pela Globo com presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Dunga não gostou e vetou. Repercussão do episódio indica que a maioria dos internautas está com Dunga e contra a Globo.

Cresce no twitter campanha de boicote à Globo na transmissão de Brasil e Portugal na próxima sexta-feira.

O jornalista Bob Fernandes relata, em matéria publicada no Terra, as causas da briga do técnico da seleção brasileira de futebol contra a rede Globo. Segundo esse relato, Dunga não aceitou dar à Globo acesso privilegiado a jogadores da seleção. Bob Fernandes conta o que presenciou logo após o jogo do Brasil contra a Costa do Marfim: Soccer City, caminho entre o estádio e as tendas da FIFA que abrigam o Centro de Mídia.

Galvão Bueno, Arnaldo Cezar Coelho e o diretor da Central Globo de Esportes, Luiz Fernando Lima conversam, não escondem a irritação e nem se preocupam com quem passa ao lado e ouve. O alvo é o técnico da seleção brasileira, Dunga. Minutos antes, na coletiva pós Brasil x Costa do Marfim o técnico, numa dividida bem a seu estilo, deu na canela do comentarista Alex Escobar, da Globo.

Luiz Fernando Lima lembra as conversas recentes da emissora com Dunga, já na África do Sul: - Falamos com ele duas vezes e ele não consegue entender que não é “a Globo”, ele está falando para todo o país…

Seguem as observações do grupo, sempre ferinas. Um deles chega a dizer: – …e a única coisa que eu acho que ele aprendeu em quatro anos foi falar ‘conosco’ e não mais ‘com nós’ como sempre fez…

A Globo reagiu com um texto em tom de editorial, cujo conteúdo acabou sendo reproduzido e apoiado pela maioria dos jornalistas e empresas de comunicação que cobrem a Copa. Outro jornalista, Maurício Stycer, afirma, no portal UOL, que as entrevistas foram negociadas diretamente pela Globo com o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira. Dunga não gostou e vetou.

Aparentemente, os jornalistas de outras empresas consideram uma grosseria maior o fato de Dunga reagir contra esse tipo de privilégio a uma empresa do que a concessão do privilégio em si mesma. Mas, segundo a repercussão do episódio na internet indica que a maioria dos internautas está com Dunga e contra a Globo.

Uma enquete do Terra perguntava na manhã desta terça: você está com Dunga, com a Globo ou contra os dois? Com 163 votos, apenas 3,68% (6 votos) apoiavam a Globo. Dunga tinha 71,78% (117 votos) de apoio e a opção “contra os dois”, 24,54% (40 votos). Ontem, os comentários de leitores no site de O Globo também indicavam amplo apoio a Dunga.

Nas seções de comentários, leitores começaram a espalhar a idéia de um boicote nacional à TV Globo na sexta-feira, data do próximo jogo do Brasil. A julgar pelo resultado do movimento desencadeado no twitter contra o locutor Galvão Bueno, a Globo pode estar entrando em rota de colisão não apenas com o temperamento de Dunga, mas com milhões de brasileiros e brasileiras.

Um outro forte indicador disso foi que, na madrugada desta terça-feira, cresceu no twitter o chamado para um #diasemglobo, que estimula as pessoas a verem o jogo entre Brasil e Portugal, sexta-feira, em qualquer outra emissora que não a Globo. Um pedido, aliás, não muito difícil de atender, dada a crescente antipatia do locutor Galvão Bueno.

 

Marco Aurélio Weissheimer

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Posted on 23-06-2010
Filed Under (Brasil, Defesa, Meio Ambiente, Segurança) by Vera L.

Em Alagoas, há vilas que “desapareceram do mapa”

Há entre 600 e 1000 desaparecidos

As chuvas torrenciais no Nordeste do Brasil mataram já pelo menos 45 pessoas e deixaram centenas de desaparecidos. A intensidade das chuvas diminuiu e as equipas de socorro esperam agora conseguir chegar aos locais até agora completamente isolados pela água.

Segundo o governador do Estado de Alagoas, Teotonio Vilela Filho, pode haver até 1000 desaparecidos e os cadáveres arrastados pelas águas começaram a chegar às praias. Foi neste Estado, onde 47 mil habitantes tiveram de ser retirados das suas casas, que morreram 29 pessoas. Em Pernambuco há pelo menos 12 mortos e 18 sem abrigo, diz a Segurança Civil.

A tarefa dos socorristas para encontrar desaparecidos é particularmente difícil no vale do rio Mundau que atravessa Alagoas: os bombeiros dizem que houve vilas “apagadas do mapa” nesta região.

Em Pernambuco, um hospital de 300 camas na margem do rio Capirabibe foi levado pelas chuvas e 1500 quilómetros de estradas foram destruídos, o mesmo acontecendo com cerca de 70 por cento da linha de comboios Transnordestina. Milhares de casas e 78 pontes foram também arrastadas.

Em ambos os estados há localidades devastadas, com escolas, hospitais e igrejas completamente engolidas pelas águas. Em muitos municípios  foi declarado o estado de calamidade pública.

“Há cidades que ficaram como se tivesse sido lançada uma bomba atômica sobre elas”, descreveu no O Globo  o governador Vilela Filho.

Aqui

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A invasão militar da Faixa de Gaza pelas forças israelenses prende-se diretamente com o controlo e propriedade das reservas estratégicas de gás natural na sua plataforma marítima.

Esta é uma guerra de conquista. Descobertas em 2000, são extensas as reservas de gás presentes ao longo do offshore de Gaza.

À British Gas (BG Group) e ao seu parceiro Consolidated Contractors International Company (CCC) com sede em Atenas, propriedade das famílias libanesas Sabbagh e Koury, foram dados os direitos de exploração de petróleo e gás num acordo de 25 anos assinado em Novembro de 1999 com a Autoridade Palestina.

Os direitos de exploração costeira das jazidas de gás são, respectivamente, da British Gas (60%); Consolidated Contractors (CCC) (30%); e o Fundo de Investimento da Autoridade Palestina (10%). ( Haaretz, 21/Outubro/2007).

O tratado AP-BG-CCC inclui o desenvolvimento da jazida e a construção de um gasoduto.

A licença da BG cobre toda a zona marítima costeira de Gaza, que é contígua a várias instalações de gás marítimas de Israel. Ressalvar que 60 por cento das reservas de gás ao longo do litoral Gaza-Israel pertencem à Palestina.

O BG Group abriu dois furos em 2000: Gaza Marine-1 e Gaza Marine-2 . As reservas, segundo estimativa da British Gas,  são da ordem dos 40 bilhões  de metros cúbicos [1,4 x 10 12 pés cúbicos], avaliados em aproximadamente 4 bilhões  de dólares. Estes são os números anunciados pela British Gas.

A dimensão das reservas de gás da Palestina pode ser bastante maior.

QUEM POSSUI OS CAMPOS DE GÁS

O tema da soberania sobre os campos de gás de Gaza é crucial. Do ponto de vista legal, as reservas pertencem à Palestina.

A morte de Yasser Arafat, a eleição do governo do Hamas e a ruína da Autoridade Palestina permitiram a Israel estabelecer um controlo de fato (golpista) sobre as reservas de gás costeiras de Gaza.

A British Gas (BG Group) tem estado a negociar com o governo de Tel Aviv. Por sua vez, o governo do Hamas foi ignorado no que se refere à exploração e direitos de desenvolvimento das jazidas de gás.

A eleição do primeiro-ministro Ariel Sharon em 2001 foi um ponto de viragem. A soberania da Palestina sobre as reservas costeiras de gás foi desafiada no Supremo Tribunal de Israel.

Sharon afirmou inequivocamente que “Israel nunca compraria gás à Palestina”, insinuando ainda que as reservas costeiras de Gaza pertenciam a Israel.

Em 2003 Ariel Sharon vetou um acordo inicial que permitiria à British Gas fornecer a Israel gás natural vindo dos furos costeiros de Gaza.

A vitória do Hamas nas eleições de 2006 conduziu ao fim da Autoridade Palestiniana, que ficou confinada à Cisjordânia, sob o regime fantoche de Mahmoud Abbas.

Em 2006, a British Gas “esteve próxima de assinar um acordo para enviar o gás para o Egito.”  De acordo com o relatado, o primeiro-ministro britânico Tony Blair interveio em nome de Israel com o propósito de bloquear o acordo com o Egito.

No ano seguinte, em Maio de 2007, o governo israelense aprovou a proposta do primeiro-ministro Ehud Olmert “para comprar gás à Autoridade Palestina”.  O contrato proposto foi de 4  bilhões de dólares, com lucros na ordem dos 2 bilhões  de dólares, dos quais 1 bilhão  iriam para os palestinos.

Tel Aviv, no entanto, não tinha qualquer interesse em dividir os seus ganhos com a Palestina. Uma equipa de negociadores de Israel foi encarregada pelo governo de refazer o acordo com a BG Group, sem intervenção do governo do Hamas e da Autoridade Palestina: “As autoridades militares israelenses querem que os palestinianos sejam pagos em bens e serviços e insistem que não haja qualquer dinheiro a ser entregue ao governo controlado pelo Hamas”.

O objetivo era essencialmente anular o contrato assinado em 1999 entre o BG Group e a Autoridade Palestina sob Yasser Arafat.

Segundo o acordo proposto em 2007 à BG, o gás palestino dos poços costeiros de Gaza seria canalizado por um gasoduto marítimo para o porto israelense de Ashkelon, transferindo portanto o controlo da venda do gás natural para Israel.

O negócio falhou. As negociações foram suspensas: “O chefe da Mossad, Meir Dagan, opôs-se à transação por motivos de segurança, afirmando que o dinheiro serviria para “financiar o terrorismo”.

A intenção de Israel era impedir a possibilidade de o dinheiro ser recebido pelos palestinos. Em Dezembro de 2007 o BG Group retirou-se das negociações e em Janeiro de 2008 encerrou os seus escritórios em Israel. 

PLANO DE INVASÃO NA MESA DE PROJETOS

O plano de invasão da Faixa de Gaza sob a “Operação Chumbo Fundido” foi iniciado em Junho de 2008, segundo fontes militares israelenses:

“Fontes militares afirmam que o ministro da Defesa Ehud Barak deu instruções às forças de defesa de Israel (IDF) para prepararem a operação há mais de seis meses (Junho ou antes de Junho), mesmo antes de Israel começar a negociar o acordo de cessar-fogo com o Hamas”.

Nesse mesmo mês as autoridades de Israel contactaram a British Gas, com vista a retomarem as negociações cruciais para recomeçar a compra do gás natural de Gaza:

“Tanto o diretor-geral do ministério das Finanças Yarom Ariav como o diretor-geral do ministério das Infraestruturas Nacionais Hezi Kugler concordaram em informar a BG do desejo de Israel em retomar as conversações.

As fontes informam ainda que a BG não respondeu oficialmente ao pedido de Israel, mas que executivos da empresa provavelmente virão ao país em poucas semanas para conversar com membros do governo.” 

A decisão de acelerar as negociações com a British Gas (BG Group) coincidiu cronologicamente com o planeamento da invasão de Gaza, iniciado em Junho. Parecia que Israel estava ansiosa para chegar a acordo com o BG Group antes da invasão, que estava já numa fase avançada do planeamento.

Mais ainda, as negociações com a British Gas foram conduzidas pelo governo de Ehud Olmert com o conhecimento de que a invasão militar estava na mesa de projectos e que um novo acordo politico-territorial para a Faixa de Gaza estava a ser contemplado por Israel.

De fato, as negociações entre a British Gas e os representantes israelenses ainda estavam a decorrer em Outubro de 2008, dois a três meses antes do início dos bombardeamentos a 27 de Dezembro.

Em Novembro de 2008, os ministérios israelenses das Finanças e das Infraestruturas Nacionais deram indicações à IEC.

“O diretor-geral do ministério das Finanças, Yarom Ariav e o director-geral do ministério das Infraestruturas Nacionais, Hezi Kugler, escreveram recentemente ao presidente da IEC, Amos Lasker, informando-o da decisão do governo de permitir que negociações começassem, em consonância com o quadro de referência aprovado este ano.

A direção da IEC, liderada pelo presidente Moti Friedman, aprovou os princípios da proposta do quadro de referência há poucas semanas. As conversações com o BG Group começarão assim que a direcção aprove a isenção de uma licitação”.

GAZA E GEOPOLÍTICA ENERGÉTICA

A ocupação militar de Gaza tem o objetivo de transferir a soberania dos campos de gás para Israel, em violação das leis internacionais.

O que se pode esperar em consequência da invasão?

Qual é a intenção de Israel em relação às reservas de gás natural da Palestina?

Um novo acordo territorial, com a instalação de Israel e/ou tropas de “manutenção da paz”?

A militarização de todo o litoral de Gaza, que é estratégico para Israel?

O confisco puro e simples dos campos de gás palestinos e a declaração unilateral da soberania israelense sobre as áreas marítimas de Gaza?

Se isto ocorresse, as jazidas de gás de Gaza seriam integradas nas instalações costeiras de Israel, que são contíguas às da Faixa de Gaza. 

Estas várias instalações costeiras estão ligadas ao corredor de transporte energético que se estende do porto de Eilat, um terminal de oleodutos no Mar Vermelho para transporte marítimo, até ao terminal de Ashkelon e na direcção norte para Haifa, eventualmente ligando-se através de um projectado gasoduto israelo-turco com o porto turco de Ceyhan.

Ceyhan é o terminal das condutas Trans-Caspianas: Baku, Tblisi, Ceyhan (BTC). “O que está planeado é ligar as condutas BTC às condutas Trans-Israel Eilat-Ashkelon, também conhecida como a Tipline de Israel.” 

 
Michel Chossudovsky – PBrasil

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Pelo sétimo ano consecutivo foi lançada a campanha  de combate  e prevenção contra o câncer de  próstata,  realizada pela secretaria M. de Saúde de Catalão.
 
Iniciada  dia 21, só será encerrada quando todos  os participantes  tiverem sido
devidamente atendidos – no entanto, Dr. João  Sebba alertou  que o prazo estabelecido pelo  laboratório para  a realização  dos  exames é até o dia 23 de Julho próximo.

O  programa é destinado aos  homens acima de 40 anos, residentes em Catalão.

O prefeito Velomar Rios informou que, em  2009, foram disponibilizados  1.600 exames   e  a procura foi de apenas  1.200  pessoas, mas que  este ano novamente estão disponibilizados 1.600 exames.

Informou que  a média nacional é que  uma  percentagem   de 5% dos que  realizam exames de próstata necessitam de  cirurgia, mas que, graças á campanha, a  cada ano este percentual diminui em Catalão, levando o municiio a estar muito bem situado  nas   estatísticas da Organização Mundial de Saúde, com apenas 2,5% – apenas 32  cirurgias foram realizadas  no ano passado.

Dr. João Sebba esclareceu que o primeiro passo é  a pessoa se encaminhar ao posto de saúde Dr. Edson Fayad (em frente ao Posto da Torre) e  pegar  o pedido de exame. Depois deve  ir ao Laboratório Bio Data (na Rua Estreita – Cel. Afonso Paranhos) e recolher o sangue. Após pegar  o resultado, deve ir ao médico que escolher  – os urologistas Dr. Ricardo Paschoal, Dr. Cairomarden, Dr. Caio Flávio e Dr. João Ferreira, que atendem nos Postos de Saúde Municipal  Dr. Edson Fayad, Divano Elias e  Dr.  Lamartine P. de Avelar.

Na consulta, se necessário,  o médico  encaminhará o paciente  para  realizar os exames de ultrasom,   ultrasom com biópsia e,  finalmente,  para a  cirurgia.  Tudo gratuitamente.

 

A prefeitura, através da secretaria de Saúde, mantém um programa permanente de prevenção e combate ao cancer do colo de  útero e câncer de mama no Centro Integrado da Mulher (Hospital Materno Infantil), com  vários postos de coletas nos postos de saúde da cidade, distritos e comunidades rurais. Mas preocupados com a saúde de todos, o ex-prefeito Adib Elias e Dr. João Sebba criaram, em 2010,   esta  campanha, que favorece  aos homens, já que o câncer na próstata, se  for  diagnosticado a  tempo, tem  cura.

Centenas de vidas já foram salvas. Pesquisando, não  encontrei nenhum, então creio que  poquíssimos municipios do país possuam esse programa, que em Catalão  é mantido pelos cofres do  município e  verba destinada ao Fundo M. de Saúde. Seu custo gira em torno de R$ 140 mil reais.

“Catalão tem  um centro odontologico que  algumas  unviersidade não possuem a mesma estrutura. Em breve estaremos instalando o Centro Integrado de Clínica Médica,  com  clínicos geral a disposição da comunidade das  7:00 as 17:00  horas, para aliviar a carga da Santa Casa de Misericórdia. Reformamos as 13 unidades de saúde  do município e inauguramos uma no distrito de Pires Belos.” 

Quando  Adib foi eleito prefeito a  primeira vez, havia  pessoas, trabalhadores, que  iam ao  comércio da cidade e  apresentavam  receita médica,  pedindo ajuda da sociedade para aviá-la. E havia quem dizia  que  o  cidadão só adoecia em época de campanha.   

 

(Era a  politicagem:  um voto a troco de  uma consulta, um remedio, uma cirurgia, uma internação..) -  parenteses nosso.
“Quando Adib foi reeleito, já  havia um alívio imenso, a Saúde fora democratizada,  elevada á classe de  dever do poder  público, não era mais  massa de  manobra. Hoje,  se em época de campanha o cidadão  procura  o poder  público é  como em época de  Natal, Carnaval: procura porque  de fato precisa,  e nossa satisfação é muito grande.

“Estamos numa situação diferenciada da maioria dos municípios e há quem  não  valorize  o que está acontecendo em Catalão, quem acha que a prefeitura tem muito  dinheiro. Não temos muito dinheiro, temos uma arrrecadação responsável  e pessoas comprometidas administrando essa verba; destinando recursos para todas as áreas, com coerência e responsabilidade.

“Cada  programa tem um custo que disponibilizamos com muita alegria. Como exemplo eu cito nossa  Farmácia Comunitária  que, enquanto a do governo federal disponibiliza  43 produtos ao cidadão,  a nossa  oferece 140 produtos0.  Equanto um medicamento é comercializado numa farmácia  por 15 reais, a  prefeitura compra ele por 99  centavos – a mesma qualidade, a mesma quantidade.

“Por fatos assim, hoje podemos bater  a mão no peito com força e dizer:  a Saúde vai bem em Catalão.” -  concluiu Velomar.
Dr. João Sebba comunica que  se encontra, e sua equipe, à  disposção na secretaria de Saúde e  avisa que para a realização do exame a pessoa deve estar em jejum, abster-se de relações sexuais 3 dias antes da sua  realização  e ainda evitar andar de moto,  bicileta  e a  cavalo.

Velomar agradeceu  e elogiou o trabalho de Dr.  João Sebba  á frente da secretaria de Saúde e  aos que acreditaram  na capmanha e foram beneficiados por ela,  ” hoje gozando de plena saude”.
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